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CRÍTICA | Soul (2020, Disney+)


O estúdio Pixar fez mais um dos seus filmes que precisamos assistir com um balde de pipoca e lencinhos para o chororô que rola durante algumas cenas. Nesse Natal, o estúdio lançou o Soul, um filme que já colecionou várias lágrimas do seu público logo nas primeiras horas do dia 25.

O filme conta história de um professor negro que sofre um acidente e se transforma em uma alma e de longe já é um dos melhores filmes de animação do streaming e da Pixar.

Assim como Divertidamente, o filme pode ser apreciado por todas as faixas etárias. Quando o personagem principal está de frente com um ponto branco no meio da escuridão, é inevitável o público não sentir um misto de espanto e curiosidade tenha você 8 ou 90 anos de idade.


Com um humor levemente acído, a sutil movimentação das engrenagens que fazem com que o universo animação seja um prato cheio a mais para os adultos. A dupla que faz a diversão do filme se deve muito a performance de Jamie Foxx (Joe) e Tina Fey (22). Experientes na comédia, eles aproveitam cada situação do roteiro, mas sempre dentro de seus personagens.

E sim, mais uma vez, a Pixar faz um filme em que seu personagem tem que encontrar um caminho para casa. Contudo essa ideia não sugere falta de desgaste ou falta de criatividade do estúdio. Na verdade muito pelo contrário, Soul parece ser seu reencontro com o que faz que suas histórias sejam um sucesso a longa data entre o público.





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